Um estudo longitudinal finlandês com 847 pessoas associou exposições na infância e adolescência ao envelhecimento epigenético aos 22 anos, segundo artigo revisto por pares na Environment International, verificado após notícia de 2 de outubro da Emirates News Agency, sediada em Abu Dhabi. Foram analisadas 186 exposições e duas medidas de metilação do ADN sanguíneo. O conjunto explicou cerca de 28% da variação: 25,7% para PCGrimAge e 30,8% para DunedinPACE. Tabagismo, álcool e desemprego juvenil surgiram entre os preditores de idade mais alta, enquanto alguns indicadores de vegetação se ligaram a valores menores. Outros resultados inesperados podem refletir diferenças rurais, urbanas ou socioeconómicas. O estudo é observacional: mostra associações, não causalidade, e não é aconselhamento médico individual.

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